Ffiz uma casinha no meio de meus sonhos
Meu redoma de amor.
Escondi-me nele por tanto tempo
Mas uma tempestade o levou.
Era uma refugiada no meio do desconhecido
Que fui descobrir ao perder meu abrigo. que dó.
Passeei por aquele lugar encantado
E de mais amor e vida me recheei.
Aprendi a viver livre então
Sabendo onde achar que me fortalece.
Meu abrigo? por aí o vejo voando
Descobriu, como eu, forma de se libertar
Para a felicidade real no meio da utopia.
A realidade está no meu sonho.
Prendi vocês. Vivam de amor comigo.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Nuvem de alma.
Hoje senti o vento
Batendo suavemente em mim.
Em uma voraz nesga de mundo
Um tanto ufano - confesso-
Amorfa pus-me de pronto.
Fui nuvem, fui plasma
E tantas pessoas
Que quase uno-me
A essa metamorfose mental
E estabeleço-me ali.
Um forte baque
Em algum gongo
No outro lado da Terra
Dispara meu coração,
Traz de volta meu sangue.
-Era um trovão, o que me diz?
Presságio para fechar
Uma outra vez os olhos
E abri-los - ou não
Em um corpo sem forma
De vez.
Batendo suavemente em mim.
Em uma voraz nesga de mundo
Um tanto ufano - confesso-
Amorfa pus-me de pronto.
Fui nuvem, fui plasma
E tantas pessoas
Que quase uno-me
A essa metamorfose mental
E estabeleço-me ali.
Um forte baque
Em algum gongo
No outro lado da Terra
Dispara meu coração,
Traz de volta meu sangue.
-Era um trovão, o que me diz?
Presságio para fechar
Uma outra vez os olhos
E abri-los - ou não
Em um corpo sem forma
De vez.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Grafía
Pero de amores, no hablo más.Amor no se escribe en una hoja de papel;
Amor no se grafía con palabras,
No aparece para leer
O para hablar.
Todo que podremos saber sobre él
No se oculta, no se desencuentra,
Al revés: Muestranos a disposición
Todo que tantos poemas tentan decir
Ya está dentro de nosotros
En un músculo tan importante,
En un piel tan poco distante,
En un alma llena de razón.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
LOUCOS E SANTOS
Li e amei, me identifiquei pakas *--*
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Afinal, quem são os racionais?
Quem foi que disse que os seres humanos são animais racionais?
Eu olho para todos os lados e vejo todos os outros animais contribuindo para o ciclo biológico do planeta, enquanto os humanos lutam mais e mais em um esforço contraditório de remendar seus estragos ao mesmo e continuar estragando-o. Afinal, quem são os racionais?
Eu olho para todos os lados e vejo todos os outros animais contribuindo para o ciclo biológico do planeta, enquanto os humanos lutam mais e mais em um esforço contraditório de remendar seus estragos ao mesmo e continuar estragando-o. Afinal, quem são os racionais?
domingo, 19 de junho de 2011
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