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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Meu amor

Às vezes sinto medo;
Um medo bobo, pueril
De que o que se criou
Escorra ralo abaixo.


Entristeço-me, fico encabulada
De pensar tais asneiras.
Resolvi meus receios em um toque:
Guardei todo meu bem valioso
Às sete chaves, no armarinho do meu

coração.
Lá, pode ser admirado, tocado, utilizado.
Só não pode ser tirado.
Por quê?
Oras, amor depois que entra
Não se quer, nem sai nunca mais.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Errônea



Vejo a escuridão
No retumbado de palavras silenciosas.
Penso profundezas
E absorvo o que resta de teu ser.
Sei o que me fazes sentir,
E assim mesmo procuro a profusão da tua alma em mim.
Já não sei mais se devo falar,
Talvez não, as feridas ainda são recentes.
Perdoe-me por ainda amá-lo
E mesmo assim não corresponder às expectativas.
Perdoe-me por fazer-me presente
E estender essa estaca a teu peito
Mais uma vez,
Só mais uma vez.
Não sei o que fazer,
O silêncio me chama.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Afinal, quem são os racionais?

Quem foi que disse que os seres humanos são animais racionais?
Eu olho para todos os lados e vejo todos os outros animais contribuindo para o ciclo biológico do planeta, enquanto os humanos lutam mais e mais em um esforço contraditório de remendar seus estragos ao mesmo e continuar estragando-o. Afinal, quem são os racionais?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Já notou?




Já notou como são belos os prédios do centro de Porto Alegre?
Já notou a infinidade de recursos que eles possuem para agradar aos nossos olhos?
Já notou como as pessoas que projetaram cada espacinho daqueles lugares penaram para fazer algo bonito, elegante e atrativo aos olhos?

Pois é, certamente você nunca notou nem metade das maravilhas que se "escondem" dos nossos olhos na nossa própria cidade, em um lugar tão comum, tão utilizado...

Com toda a circulação de pessoas, toda a pressa, todo o mundo para cima e para baixo e sequer mandam um mísero comando para seus cérebros virarem um pouco que seja seus pescoços para admirar o que com tanto trabalho foi feito para agradar justamente a essa gente que tanto ignora.

Tornemos nossa cidade visível!
Olhemos um pouco além da nossa visão periférica!
Valorizemos o grande esforço, satisfaçamos o mero desejo de algum arquiteto, que era apenas alegrar a vida dos transeuntes.

A gente vê na televisão tantos lugares que gostaríamos de conhecer, exuberantes, e no fim não paramos para pensar que temos lugares assim na nossa própria Porto Alegre, basta abrirmos os olhos e enxergarmos o que não está lá para ser invisível.

A NOSSA CIDADE É LIN-DA!



Não reparem, esse é o primeiro protesto de muitos de uma futura arquiteta.
Beijoss.

sábado, 30 de abril de 2011

Qualidade ou defeito?

O que lhe dizem quando ouvem uma história, fato ou similar de você?! Pois é, poucos se manifestam dizendo que não crêem, isso quando falam sem brincadeira.

Você pode conhecer a pessoa a décadas, anos, dias, horas. Ela te diz algo e simplesmente você pensa: não acredito; é mentira. O que lhe faz achar isso? Talvez algum fato passado? E quando você não conhece a pessoa e não tem motivos para desconfiança, o que você pensa quando lhe contam algo?

Pois é, ainda tem muita gente que não confia nem acredita nas pessoas até provarem de que são uma via confiável, e provarem bem.

Como eu queria que todos fossem como eu, que acredito em tudo o que me dizem até me estrepar e descobrir que não dá mais. Como eu queria que o mundo fosse aberto, fosse líquido. Que as pessoas pudessem ter a mente aberta a tudo, tudo mesmo... E que não precisassem de motivos para acreditar, mas sim para desconfiar.

A justiça, o amor, a sociabilidade... enfim. Tudo seria diferente. Tudo seria mais amplo. Tudo seria apenas... apenas o que deveria ser.

Não consigo falar mais, isso me entristece.

O que eu tenho, qualidade ou defeito?

sexta-feira, 11 de março de 2011

La eterna ballerina - desahogos de una chica cansada

El tiempo se hace enemigo de muchas cosas, enemigo de la gente...
La vida con el pasar de los años, de los días y hasta de las horas hay ganado el mismo valor de un centavo. Ni eso muchas veces.
Moneda que ayer compraba dulces, valía algo, era usada.
Y hoy en día quien la tiene en manos posea de una gran suerte, pues ella fué olvidada de manera tan rápida que mal tuvimos tiempo para acompañar la decadencia.
Infelizmiente es bien así que la vida es tratada, como una antiquidad. Más o menos como eso. El valor se desapareció y las personas la empezaron a tratar 'suciamente'. Fueran olvidados todos los valores atribuyedos a ella y nadie más respecta como la devemos cuidar y como por su brevedad y importáncia deve ser valorada.
Los espiritus de la muerte están entre nosotros, sólo esperando la hora de poderen llevarnos para donde quieran.
Lo cuánto me asusta piensar que no aprovechamos derecho lo que puede (o no) ser nuestros últimos días en la tierra, por lo menos con nuestras actuales lembranzas y experiencias es algo increíble.
Aunque intente vivir siempre con la intensidad necesaria pero no cometiendo ningún atentado a lo que me es tan precioso, amedrentome con lo que las otras personas hacen arriesgando sus vidas sin cuesto-bieneficio ninguno.
Podríamos aprender con los chicos, que aún saben valorar sus vidas y lo que hacen es pura e naturalmente por instinto, no por masoquismo, imprudencia o lo que sea. Quiere saber? Si hubiesse dependido solamente de mi, todos ayer serían sus sueños de infancia y yo sería la eterna ballerina.

p.s.: dessa vez em português, PAIS, AVÓS, TIOS, PADRINHOS, SOBRINHOS, BISAVÓS ou APARENTADOS QUE SEJAM, NÃO DEIXEM SUAS CRIANÇAS DE MENOS DE NOVE ANOS DIRIGIREM SEUS CARROS!! ALIÁS, NÃO DEIXEM NEM COM DEZESSETE!! O que custa esperar a carteira?E SE O CARRO, MOTO, CAMINHÃO, AVIÃO, PORRA QUE SEJA, BATER, ESPERO QUE O ÚNICO FERIDO SEJA O IMBECIL IRRESPONSÁVEL QUE PROMOVEU TAL ATO, PORQUE MERECE!

pronto,desabafei.

terça-feira, 8 de março de 2011

Vaidade - A luxúria disfarçada

Quem nunca teve um ataque por nada? sadijoadsijodasijdsaijsad

Pois é, uma eterna discussão... Até onde a vaidade pode chegar?

Isso me faz ter uma epifania comparativa em relação a esse assunto. Antigamente era tão diferente... Aqueles filmes lindos onde as pessoas perfeitas tinham as melhores cenas de baixo de chuva, por exemplo. Hoje em dia como isso pode acontecer? A chuva, pelo visto, se tornou a pior inimiga de qualquer pessoa! Desculpas mais variadas indicam isso: Chapinha, maquiagem (hoje em dia nem tanto, modelos à prova d'água já estão no topo dos mais vendidos), uma roupa com um tecido "sensível à água"... Enfim.

As pessoas têm medo de mostrar quem realmente são e, por isso, se esquivam de situações que excluem do visual o resultado das horas e horas passadas em frente ao espelho alimentando sua luxúria. Oops, vaidade. hihi

Chega a dar nojo, pelo menos para mim, pensar nas mulheres que têm o emocional atingido quando acontece algo com alguma coisa supérflua que simplesmente servia de adorno corporal. Como aquelas pessoas que quase morrem quando a unha quebra (já fui uma dessas, precisei de garra para superar isso) ou quando alguma coisa acontece com seu cabelo, salto, vestido...

Estou escrevendo esse post basicamente porque hoje me livrei do maior vício da luxúria que já tive, e que me custava um bom tempo todos os dia: As unhas compridas. Minhas unhas estavam com mais de o dobro do tamanho que elas estavam quando as mantinha curtas e agora digo com orgulho, não mais com pesar como era antes, mas com a cabeça erguida de não poder mais ferir ninguém com aquelas garras: eu me livrei!!

Agora, posso viver intensamente e tomar quantos banhos de chuva a vida me permitir, sem o peso da vaidade para me prender de alguma forma e me deixar impotente para viver.

Ah se todos fossem assim... Mais banhos de chuva, menos brigas no cabeleireiro, nas filas de lojas de roupas...


Quer saber? A vida deveria ser assim: Todos carecas, unhas curtas, nada de maquiagem e uns panos naturais para vestir. Aposto que essa simples ideia acabaria com muitos problemas do mundo.