Ffiz uma casinha no meio de meus sonhos
Meu redoma de amor.
Escondi-me nele por tanto tempo
Mas uma tempestade o levou.
Era uma refugiada no meio do desconhecido
Que fui descobrir ao perder meu abrigo. que dó.
Passeei por aquele lugar encantado
E de mais amor e vida me recheei.
Aprendi a viver livre então
Sabendo onde achar que me fortalece.
Meu abrigo? por aí o vejo voando
Descobriu, como eu, forma de se libertar
Para a felicidade real no meio da utopia.
A realidade está no meu sonho.
Prendi vocês. Vivam de amor comigo.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Abatendo o delírio
Lisergia que acorda os famintos olhos
Cansados de esperar pela realidade desse lampejo
De ver a chuva bater sem ferir
Incendeia minha verve.
Fito o relâmpago, arremessam-me estacas,
O incerto machuca, o incerto abate.
Dum instante ao outro todo esse imaginário dissipa-se
Junto com a neblina que embassa e confunde a visão
Que faz pensar que a chuva não dói.
A chuva dói, sim
Mas podemos evitá-la.
Podemos amar, e assim cobrir-nos impermeáveis.
Mas a neblina que ainda hoje me fez deixar a sanidade
Volta quando lhe dá vontade
E apenas um outro olhar faminto e talvez nem tão cansado
Pode levar-me onde a neblina não bate,
Levar-me às nuvens,
Fenecer minha tensão.
Abater-me dos lampejos,
Apagar a escuridão.
Cansados de esperar pela realidade desse lampejo
De ver a chuva bater sem ferir
Incendeia minha verve.
Fito o relâmpago, arremessam-me estacas,
O incerto machuca, o incerto abate.
Dum instante ao outro todo esse imaginário dissipa-se
Junto com a neblina que embassa e confunde a visão
Que faz pensar que a chuva não dói.
A chuva dói, sim
Mas podemos evitá-la.
Podemos amar, e assim cobrir-nos impermeáveis.
Mas a neblina que ainda hoje me fez deixar a sanidade
Volta quando lhe dá vontade
E apenas um outro olhar faminto e talvez nem tão cansado
Pode levar-me onde a neblina não bate,
Levar-me às nuvens,
Fenecer minha tensão.
Abater-me dos lampejos,
Apagar a escuridão.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Ao acordar de você
Hoje sonhei com você.
Estávamos em uma corrida, uma grande maratona.
Passei de você; dei de encontro ao chão.
Lágrimas correram tímidas
Dando de encontro em uma generosa mão estendida
À espera de um rosto rosado
E dedos esfolados impulsionando o corpo dolorido.
Hoje acordei com falta de você.
Tropeçamos pelo impulso no sonho e rolamos até o infinito,
Amamo-nos, sob o céu boreal que surgiu repentino.
Derretemos, acordei sem você.
Hoje preciso retornar ao sonho,
Achar você acordada,
Novamente derreter
E viver de amor e querer.
Estávamos em uma corrida, uma grande maratona.
Passei de você; dei de encontro ao chão.
Lágrimas correram tímidas
Dando de encontro em uma generosa mão estendida
À espera de um rosto rosado
E dedos esfolados impulsionando o corpo dolorido.
Hoje acordei com falta de você.
Tropeçamos pelo impulso no sonho e rolamos até o infinito,
Amamo-nos, sob o céu boreal que surgiu repentino.
Derretemos, acordei sem você.
Hoje preciso retornar ao sonho,
Achar você acordada,
Novamente derreter
E viver de amor e querer.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Você se tornou apenas uma amiga
Mas com o passar do tempo
Descobri essa paixão escondida
Sem ao menos entender eu me afastei
Quando vi que estava errado
Retornei rápido para não te perder
Te conquistei sem ao menos perceber
Disse que não queria nada
Mas se confundiu
Descobriu que me amava
F.A.A.J. <3'
terça-feira, 24 de abril de 2012
Outono frio
Frio batendo no dorso frágil,
Espera inacabável por um ser que não vem.
Fico aqui, trêmula e calada
À procura desse outrém.
Espera inacabável por um ser que não vem.
Fico aqui, trêmula e calada
À procura desse outrém.
O lugar é belo, há árvores vazias,
Um campo morto vasto
E aves de rapina.
Um campo morto vasto
E aves de rapina.
Avistei o meu amor:
Bem longínquo ele vinha.
Desembacei o óculos, manchado do vento frio
De pronto sumiu,
Pus-me sozinha.
Bem longínquo ele vinha.
Desembacei o óculos, manchado do vento frio
De pronto sumiu,
Pus-me sozinha.
Adormeci naquela neblina gelada
Que anunciava a noite breve
Dedos roxos, boca seca,
Coração fremitando, alma leve.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Onde vivi
Hoje vi tantas coisas
Que nem sei se vivo mais.
Aquarelas de insetos putrefatos,
Incensos de alcatraz.
Colori minha rua com tudo isto,
Pilhas e pilhas de lixo joguei ali.
Um mundinho pueril em desalinho,
Sonhos de um dia:
Escondidos. Ali; bem ali.
Um dia alguém juntará tudo isto,
Afinal, quem não quer reviver o passado?
Enquanto o café faz efeito em meus nervos,
Gente de todo o canto -
Churrasco vivo fugindo da morte -
Revirando o lixo, limpando que bagunçei,
Procura com veemência
Aquele sonho. Dali, dali.
Nada verão, só eu verei.
Aqueles insetos ainda para mim são aquarela.
Mundo bonito em que me encontro,
Mas o caminho não revelarei a ninguém.
Apenas a você, não leve a mal.
Feche os olhos
E abra a mente.
Junte palavras,
Não recolha o lixo.
Ali, somente ALI, estará aquela cidade,
A cidade bela em que vivi.
Que nem sei se vivo mais.
Aquarelas de insetos putrefatos,
Incensos de alcatraz.
Colori minha rua com tudo isto,
Pilhas e pilhas de lixo joguei ali.
Um mundinho pueril em desalinho,
Sonhos de um dia:
Escondidos. Ali; bem ali.
Um dia alguém juntará tudo isto,Afinal, quem não quer reviver o passado?
Enquanto o café faz efeito em meus nervos,
Gente de todo o canto -
Churrasco vivo fugindo da morte -
Revirando o lixo, limpando que bagunçei,
Procura com veemência
Aquele sonho. Dali, dali.
Nada verão, só eu verei.
Aqueles insetos ainda para mim são aquarela.
Mundo bonito em que me encontro,
Mas o caminho não revelarei a ninguém.
Apenas a você, não leve a mal.
Feche os olhos
E abra a mente.
Junte palavras,
Não recolha o lixo.
Ali, somente ALI, estará aquela cidade,
A cidade bela em que vivi.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Nuvem de alma.
Hoje senti o vento
Batendo suavemente em mim.
Em uma voraz nesga de mundo
Um tanto ufano - confesso-
Amorfa pus-me de pronto.
Fui nuvem, fui plasma
E tantas pessoas
Que quase uno-me
A essa metamorfose mental
E estabeleço-me ali.
Um forte baque
Em algum gongo
No outro lado da Terra
Dispara meu coração,
Traz de volta meu sangue.
-Era um trovão, o que me diz?
Presságio para fechar
Uma outra vez os olhos
E abri-los - ou não
Em um corpo sem forma
De vez.
Batendo suavemente em mim.
Em uma voraz nesga de mundo
Um tanto ufano - confesso-
Amorfa pus-me de pronto.
Fui nuvem, fui plasma
E tantas pessoas
Que quase uno-me
A essa metamorfose mental
E estabeleço-me ali.
Um forte baque
Em algum gongo
No outro lado da Terra
Dispara meu coração,
Traz de volta meu sangue.
-Era um trovão, o que me diz?
Presságio para fechar
Uma outra vez os olhos
E abri-los - ou não
Em um corpo sem forma
De vez.
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