Ah, sem você ao meu lado...
Os riscos ficam tão vazios;
O chão, buraco fundo e escuro.
Abismo? Jogar-me-ei
-Não!- minha consciência brameja;
Alcova de sentimentos bons,
Ao passar pelos cômodos de minha cabeça
Favor acordar-me,
Clamar-me;
Ao amor não sei que dizer,
Porém das trevas porei um fim
Com o simples ato
De tocar tua aura.
Rente a ti ficarei
E deixarei meus olhos dizerem-te
O que a alcova dos sonhos
Libertará ao além do ser.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Aah menina, como é bom te ter ao meu lado
Sem estar preocupado com o amanhã
Sentir o poder do amor que me alegra
O canto dos passáros
O balançar das árvores
O raiar do sol
Um som de belo dia
Mais um dia ao teu lado doce menina
Traga-me a tua paixão, o brilho dos teu olhos
A tua face radiante, o teu corpo que me toca.
Sem estar preocupado com o amanhã
Sentir o poder do amor que me alegra
O canto dos passáros
O balançar das árvores
O raiar do sol
Um som de belo dia
Mais um dia ao teu lado doce menina
Traga-me a tua paixão, o brilho dos teu olhos
A tua face radiante, o teu corpo que me toca.
F.A.A.J.
domingo, 27 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Recente passado

À alvorada de um dia qualquer,
Escurecido ainda, em versos bons,
Vocifero teu nome
Almejando teu calor
Tão alheio ao sol desse verão.
Fazendo tons e rimas,
Recordo-me mais uma vez
Tantos momentos por detrás de uma sina.
Grito, chamo, enfim percebo
Que tudo o que anseava
Era não-mais que
Uma quimera daquele velho outono
...Que regressa a mim outra vez.
Escurecido ainda, em versos bons,
Vocifero teu nome
Almejando teu calor
Tão alheio ao sol desse verão.
Fazendo tons e rimas,
Recordo-me mais uma vez
Tantos momentos por detrás de uma sina.
Grito, chamo, enfim percebo
Que tudo o que anseava
Era não-mais que
Uma quimera daquele velho outono
...Que regressa a mim outra vez.
domingo, 13 de novembro de 2011
Vento noturno
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Singelo feito o vento
Austera brisa de amor,
Revoa meus cabelos; atento
Às plumas passando em furor.
O frio à carne amacia a pele
E a meia luz acata as ordens da Lua.
Ay, que me quemo aquí,
Co'a minha alma crua, nua.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Grafía
Pero de amores, no hablo más.Amor no se escribe en una hoja de papel;
Amor no se grafía con palabras,
No aparece para leer
O para hablar.
Todo que podremos saber sobre él
No se oculta, no se desencuentra,
Al revés: Muestranos a disposición
Todo que tantos poemas tentan decir
Ya está dentro de nosotros
En un músculo tan importante,
En un piel tan poco distante,
En un alma llena de razón.
domingo, 30 de outubro de 2011
Que horas são?
Dos rabiscos
Só saem trevas;
Dos olhos,
Decepção.
Cá, em um sítio mal-alumiado,
Sob o efeito estereoscópico
Das horas
Que já nem sei quais são,
Ouço um vento
Uivando algo.
Já é tarde,
Não falo a língua dos sons.
Monocromático cai em mim;
Tiras de vermelho apontam algo.
Vermelho-sangue: fecho os olhos
Para fugir.
Deito sob a sombra do tempo,
Numa nesga de luz zenital.
Paro, penso, olho,
O vermelho-sangue que jaz estagnado.
Da meia-noite, penso eu,
Só há gemidos
De um pobre potro
Em alguma charrete fantasma.
Vermelho-vivo, vermelho-sangue...
Não me julgue,
Os poetas sentem diferente.
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