quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tudo o que eu sempre quis dizer



Posso ser nova, inexperiente, posso não saber de todas as coisas, mas sei o que me é suficiente... por enquanto. Um resumo de tudo o que eu quis falar nesses meus 17 anos de vida (fato, apesar de ter amado e me identificado com a letra, não gostei do ritmo e não conheço a banda)




24 - Switchfoot

Twenty-four oceans
Twenty-four skies
Twenty-four failures
And twenty-four tries
Twenty-four finds me
In twenty-fourth place
With twenty-four drop outs
At the end of the day

Life is not what I thought it was
Twenty-four hours ago
Still I'm singing 'Spirit,take me up in arms with you'
And I'm not who I thought I was
Twenty-four hours ago
Still I'm singing 'Spirit,take me up in arms with you'

There's twenty-four reasons
To admit that I'm wrong
With all my excuses
Still twenty-four strong

See, I'm not copping out
Not copping out
Not copping out
When you're raising the dead in me

Oh, oh
I am the second man
Oh, ohI am the second man now
Oh, I am the second man now
And you're raising these...

Twenty-four voices
With twenty-four hearts
All of my symphonies
In twenty-four parts
But I want to be one today
Centered and true
I'm singing 'Spirit take me up in arms with you'
You're raising the dead in me

Oh, oh
I am the second man
Oh, ohI am the second man now
OhI am the second man now
And you're raising the dead in me
Yeah

I wanna see miracles
To see the world change
Wrestled the angel for more than a name
For more than a feeling
For more than a causeI'm singing 'Spirit, take me up in arms with you'
And you're raising the dead in me

Twenty-four oceans
With twenty-four hearts
All of my symphonies
With twenty-four parts
Life is not what I thought it was
Twenty-four hours ago
Still I'm singing 'Spirit,take me up in arms with you'
I'm not copping out
Not copping out

domingo, 4 de setembro de 2011

A Lua

Um sorriso branco
Resplandecendo à noite
A espreitar meus lentos passos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

El bailar de un latir


Cuándo el viento sopla
Por las ventanas de mi vida
!Ay, que no me contengo!
Lo sigo, a buscar las almas
Del vacio de tiempo
Que siguen en la nuble que pasa.

Sigo a seguirlo;
Lo seguiré hasta encontrar
La emoción primera
Que me hizo quitarme
Exactamente donde estoy:
Adentro de un mundo
Que no compreende las emociones
Que parten del corazón.
Un mundo que sólo se sabe
Amar con la cabieza, con la razón.

Siento que estoy acá
Simplemente para enseñar
A esa mayoria insensible
Como debese amar.
Con una canción
De las campanas de mi corazón
-el latir incesante, bailante-,
Todo el gris de los puertos
De la gente, de los sonreísos,
Serán remediados.

Las buenas vibraciones
De esa canción que no cesa
Se tornarán inherentes
A los agudos oíntes,
A los eternos bailantes.
Todo ganará su color.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O respaldar da infância



O silêncio

Da minha infância

Submetido

A um embalar.


Um som,

Um cheiro sublime,

Um respaldar.



Em meio à tarde quente,

Pássaros cantam

Um ressoar.

Um aviso

Alertando o fim.



Nuvens de todas as cores

Ressaltam a mesma emoção;

Uma singela, bonita lembrança,

Transpondo o embalar da razão.



O que há,

Regressar desse jeito,

Recordar aromas, cores, sons?

Talvez meu mundinho perfeito,

Talvez o cair da casca,

Mostrando na carne vibrante

Veementes sonhos bons.



Minha infância

Em esplendor

Agindo em mim.

O cantar

Cheio de dor

Inebria o fim.



Todas aquelas lembranças,

Talvez nenhuma,

Embaladas em um ninar.

O sarcasmo finalmente

Mutou-se em totem.

Regressei a despertar.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dança dos mortos




O ballet das folhas
Não difere cheiro, cor.
Dançam solas
A música dos mortos.

Ao despertarem comoção
Nos curiosos olhos
Da inocente criança,
Aquietam-se
E vão embora
No uníssono dos ventos,
Na discussão
De todos os reis.

Eles ainda observam
Enquanto as folhas esvaem-se
E o angelical rosto, cálido,
Ouve os últimos gemidos
Dos insandecidos mortos
Que voltam à vida
Na minha cabeça.

domingo, 7 de agosto de 2011

Simples assim

Te vejo e sinto o desejo
De te pegar e colar em meu corpo
Sentir o calor, misturado com amor
Olhar para o teu rosto
Tocar em seu cabelo
Sussurrar palavras lindas
Beijar a sua boca
E flutuar nas nuvens.


F.A.A.J. <3

Sem foco

A lisergia das palavras
Do toque, dos abraços,
Envolve uma alma cheia de desprazeres.

Frustrações de uma divina mente
Sonhando alto pelas pontes.
Não acho utopias, só misantropos.
Onde estão todas as pessoas
Do meu mundinho pueril?

Saio às ruas e vejo flores.
Belas, rosas amarelas verdes roxas flores.
Não são flores, são espíritos,
São mariposas nesta nova vida.

Há um tópico não-observado
Dentro da mente de cada um.
Abstrato, multiplício,
Não, não, não.

Fim.